segunda-feira, agosto 10, 2015

O desconhecido

À procura dele por aqui...

quinta-feira, julho 23, 2015

terça-feira, julho 07, 2015

{...}

Não sei se me apetece ou se consigo voltar a escrever aqui numa base regular. Detesto sentir que tenho uma obrigação qualquer, sentir que estou em falta com alguma coisa, muito menos com uma coisa que não tem presença física. Culpa de todas as maneiras e feitios, justificada e por justificar, tenho que me chegue. Bem sei que estes sentimentos são só meus e que sou eu que os produzo, que ninguém mos está a fazer nascer, mas e sobretudo por isso não gosto deles.
Gostava de conseguir coisas boas para dizer sem me esforçar, que me apetecesse mostrar o lado bom do dia a dia sem sentir aquela desgraçada a subir em mim como sobe o açúcar no sangue depois de engolir um pastel de nata. É como se fosse proibido pensar no bom quando tanta coisa à minha volta está má. Ia escrever "quando tudo à minha volta" e voltei atrás; não é tudo, é muita coisa mas não é tudo, é verdade (Dra.A. pode ficar orgulhosa de mim). 
A vida vai continuar, apesar de eu saber que aquela que eu conheço hoje há-de acabar. Só não sei quando; podem ser meses, anos, não sei, mas nunca fui boa com estas coisas de não saber. E por isso mesmo não posso parar, por mim e por ela também. Sei que ela não quer que eu pare, não falamos disso mas sei; se fosse ao contrário era igual, contra-natura, mas igual. Eu também não quereria que ninguém deixasse de viver a sua vida por eu ter os meus dias contados a prazo.

sexta-feira, maio 08, 2015

Opções

Um ou outro em Julho?

e estes dois para setembro com um voo pelo meio...

quinta-feira, abril 23, 2015

Cancro

Ouve bem o que tenho para te dizer: you suck!

quarta-feira, abril 22, 2015

Murphy mon amour

Já te conheço há uns anos mas nem assim me habituo a ti; nem quero. Hoje parece-me inevitável que tenha que te aturar até ao fim dos meus dias; és um chato do pior, suponho que já te tenham dito. Tenho algum cuidado contigo, é verdade, mas a importância que te dou sou eu que a meço, boa?
Agora vai lá à tua vida durante uns tempos se fazes favor.

terça-feira, novembro 25, 2014

Talking about (re)fresh

Já se anunciava a possibilidade, mas de uma semana para a outra foi passaporte, bilhete na mão e toca de mudar temporariamente de continente. 
Foi com a frase anterior que comecei este post há quase 3 meses atrás, desde então não voltei a abrir o blogger, não porque me tenha faltado vontade de escrever mas porque me faltou vontade de escrever. Não me apetece procurar um sinónimo de vontade para evitar a repetição, fica assim. 
Entretanto regressei e trouxe uma certeza no bolso: vivo do lado certo do oceano Atlântico; mais uma coisinha que um dia terei de agradecer a alguém, talvez aos meus pais ou a um deus qualquer: de todos os lugares horrendos ou estranhos onde podia ter nascido calhou-me aquele bocadinho de terra onde pude crescer com uma vida, digamos, normal.
Foi um refresh em todos os sentidos da palavra. Nunca tinha sentido tanto frio (aquele frio que paralisa), nunca tinha trabalhado num ambiente tão caótico, nunca me fartei tanto de pessoas e das suas smalltalks. Choquei-me de novo com coisas, senti pena genuína por gente que não conheço de lado nenhum. Por outro lado, há muito tempo que não me sentia tão livre a andar sozinha na rua. Tudo novo, diferente, e tanta coisa para ver. 
Anyway, regressei e desde então não sei se ria se chore. Há dias em que só quero um buraco para me meter, ficar lá a vegetar e a pensar, mas não me posso dar ao luxo. Há dias em que não penso em grande coisa, ligo o piloto automático quando me levanto de manhã e assim vou fazendo. Mas todos os dias só quero a minha mãe...

quinta-feira, outubro 23, 2014

Refresh

De vez em quando a vida precisa que se carregue no F5 com força. Pode até não dar resultado nenhum mas, pelo menos, tenta-se e, só de se tentar, por vezes até se consegue alguma coisa. Vamos a isso então, vamos refrescar o que nos rodeia, a cara deste blog, o corte do cabelo, a postura no trabalho e a postura em tudo o resto, vamos ver no que dá. 

sexta-feira, setembro 26, 2014

Done

Depois disto, ter um filho ainda vá, árvores já plantei dezenas, o livro é para esquecer.

PS: consegui casar sem montar um circo e só por isso acho-me a maior. A prova: a exclamação do filho de 7 anos da miúda de calças pretas ali acima: "Mas afinal, quem é que se casa?!"

segunda-feira, abril 28, 2014

Update

Tanta coisa, tanta pressa e tanto barulho em torno de uma coisa que se planeia tão bem em muito menos tempo do que nos querem fazer crer. Com a condição de não querer um circo, claro... Quais vestidos, quintas, fotógrafos marcados com dois anos de antecedência... O fundamental está feito, o resto é para se ir fazendo, tanto quanto possível por nós mesmos, sem stressar. 
De resto continuo gorda, para variar.
À suivre.

Blogger templates